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Projeto Bom Esporte beneficia mais de 400 jovens da Cidade de Deus

Projeto parceiro do Pérolas Negras oferece aulas de futebol e reforço escolar  para crianças a partir de 6 anos

 

O Bom Esporte, projeto social sem fins lucrativos, atua na Cidade de Deus, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, há mais de 13 anos com aulas de futebol atreladas à educação e cultura. Atualmente, cerca de 420 atletas integram os times de base, que contam com crianças a partir de 6 anos até a fase adulta.

A parceria com o Pérolas Negras possibilita que sejam realizadas aulas de Português, Matemática, Inglês e life skills (habilidades para a vida) no contraturno escolar. Além de atividades culturais como passeios a museus, circo e cinema.  

Foi fundado em 29 de outubro de 2008 a partir da iniciativa de Rodney Pereira (treinador e presidente) que dava aulas de futebol para crianças em outra instituição, com a condição de estarem matriculadas em escolas. Ele observou que muitos jovens iam assistir aos treinos e os convidou a participar, desde que começassem a estudar: assim nasceu o Bom Esporte, que usa o esporte como ferramenta de incentivo à educação.

O projeto se consolidou após parceria feita com o Roger (atualmente copresidente e treinador) que fazia um trabalho parecido próximo do local de treino do Bom Esporte. Assim, eles se uniram em um único projeto e os treinos se intensificaram, possibilitando a formação de times para participar de competições.

O Bom Esporte é pioneiro no futebol feminino na Cidade de Deus. O trabalho com as jovens começou há 12 anos, em 2009, apenas um ano depois da criação do clube. Atualmente, são aproximadamente 130 atletas a partir dos 7 anos de idade até a fase adulta. A partir de 2022, vai ser expandido para aceitar meninas a partir dos 4 anos.

Para Rodney Pereira, o Bom Esporte mudou – e muda – a vida de muitos jovens da Cidade de Deus:

“O Bom Esporte impactou muito a vida dos jovens da Cidade de Deus. Abraçamos o público feminino, sendo o primeiro projeto a ter um time de futebol para mulheres, que já conta com mais de 100 crianças e jovens representando a comunidade em competições. Nós conseguimos ganhar mais jovens para o caminho certo – do estudo e esporte –, do que perdê-los para o caminho errado, para o narcotráfico.”